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Nasceu em Lisboa, em 1964. A sua actividade profissional tem sido pautada pelo ensino e pela investigação na área da História da Arte, especialização em Arte Clássica e da Antiguidade Tardia.
Em 1987, licenciou-se em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa- FCSH-NOVA). O gosto pela visualidade da História e interesse pela compreensão das formas artísticas e sua evolução levaram-na a procurar uma especialidade em História da Arte.
Em 2007, na FCSH-NOVA terminou o mestrado e, em 2011, na mesma Faculdade, com uma Bolsa de Doutoramento pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), defendeu a tese de doutoramento em História da Arte da Antiguidade Tardia sobre os capitéis desse período da História da Arte no atual território português.
Foi bolseira de pós doutoramento pela FCT entre 2016 e 2022 com o projecto: “O Decor na Antiguidade na Hispânia Ocidental (séc. I ao séc. VIII) – Sentido(s) e Performances: escultura arquitectónica, mosaicos e pintura”.
Foi professora de História no Ensino Secundário entre 1988 e 2010. Em 2008 e de 2010 a 2016, foi professora auxiliar convidada no Departamento de História da Arte da FCSH-NOVA. Entre Fevereiro e Julho de 2023, leccionou História de Portugal a alunos de Informação Turística na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril (ESHTE). Entre 2023 e 2025, foi professora auxiliar de História da Arte no Departamento de Ciências e Técnicas do Património, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto (DCTP-FLUP-UP). Presentemente, está de regresso à lecionação de História da Arte na ESHTE.
De um conjunto variado de colóquios e de publicações sobre História da Arte da Antiguidade, especialmente sobre escultura e mosaico, destaca-se o livro (2019) em coordenação com Justino Maciel- “Horizontes Artísticos da Lusitânia” https://lusitania.cantoredondo.eu Este livro condensa a sua visão para a História da Arte em geral: interdisciplinar, internacional, multilinguística, especializada e abrangente, visual, dinâmica e interactiva.
Como se conjugam o ensino, a História da Arte Clássica e da Antiguidade Tardia e as viagens? De um modo intrínseco e primordial. Não pode existir História da Arte sem ver, visitar, contemplar, sentir o objecto artístico, o que só as viagens aos locais, aos objetos e às pessoas pode permitir. O ensino é divulgação de conhecimentos, o que sempre acontece nas viagens, palco privilegiado da comunicação para todos os públicos.
Viajar é respirar. Ser envolvido pelo local, partilhar com ele aprendizagens e ser tocado pela História da Arte.